Alô, alô, marcianos. Aqui quem fala é da terra! Pra variar, estamos em guerra, VOCÊ NEM IMAGINA A LOUCURA!!!
Pois é, pessoal, loucura é pouco pra descrever o que aconteceu com a gente - eu, De e Lu, o namorado dela, que ficará aqui na Europa conosco até o meio de janeiro - na nossa viagem de Natal e Ano Novo. Que agora, é só de Ano Novo. E essa frase meio que pseudo-diz que, não, não vamos passar o Natal fora da Dinamarca anymore…
Bom, tudo começou quando eu e a De chegamos em Copenhagen dia 4 de agosto. Sim, isso é um flashback dos primeiros dias na cidade das bicicletas, e um flashback justamente de um dos momentos que eu alegremente descrevi pra vocês em um dos primeiros (literalmente!) posts do blog…
Pois é… O que acontece é o seguinte: antes de vir pra cá, precisamos tirar o visto na Embaixada da Noruega (ok) no Rio. Alguns dias depois, recebi uma cartinha com o documento dizendo que eu agora tinha um visto de estudante, com permissão de moradia e trabalho, e que era só levar aquele documento na "Ryesgade, 53", onde fica o Immigration Office, e ser feliz.
Porém, eu a De recebemos um folder na faculdade com os passos a serem seguidos quando chegadas na Dinamarca, e o primeiro deles era tirar o CPR-Number, que é o cartão/número de identificação de todos os cidadãos residentes da Dinamarca, estrangeiros ou não. E disso imagino que vocês lembrar, já que eu descrevi nossa saga incluindo entrar na Casa Funerária achando que era o lugar certo.
Bom, vale também dizer que a maioria dos alunos estrangeiros da KU são europeus, grande parte fazendo o programa Erasmus Mundus de Intercâmbio, que é cheio de regrinhas especiais e coisas diferentes pra fazer… Uma das coisas diferentes é o visto, como seria de se esperar.
Então, juntando o fato de que a GRANDÍSSIMA maioria das pessoas que a gente conhecia precisavam fazer coisas diferentes do que nós duas precisávamos, mais uma falta de atenção básica e uma má comunicação com a moça que tirou nosso CPR e que disse que não precisávamos fazer mais nada depois daquilo, não fizemos uma coisa importantíssima…
Não pedimos o adesivo colado no passaporte que prova nosso visto!!! Temos o visto, estamos legais, sempre estivemos, mas sem o sticker no passaporte, não conseguíamos provar pra ninguém que isso era verdade. E foi o que aconteceu quando a gente chegou em Berlin, dia 22, felizes e saltitantes… O alemão fiadaputa nos abordou, pediu o passaporte e disse que a gente não podia entrar na Alemanha porque nosso visto de turista (3 meses) já tinha expirado.
A gente quase morreu, lógico, mas começamos a explicar numa boa que nosso visto não era de turismo, e sim de estudante… Aí ele pediu pra ver o visto, e a gente só mostrou nosso CPR-Number (que, pra gente, era prova que a gente residia na Dinamarca) e achou que tava tudo bem. Depois de uma pequena deliberação, os guardas deixaram a gente entrar (eu e a De, porque o Lu tem visto normal de turista e estava ok), mas recomendou que a gente procurasse a Imigração na Dinas o mais rápido possível.
Ok. Até aí, estávamos achando que tinha rolado uma falha na comunicação e o guardinha não tinha reconhecido nosso CPR-Number… Mas pra ter certeza - e graças a Deus - resolvemos gastar a primeira tarde em Berlin indo até a Embaixada da Dinamarca na Alemanha, onde poderíamos perguntar sobre isso.
E foi aí que começou o inferno!!! Gente, não desejo pra ninguém as 24h que se seguiram a esse momento.
Primeiro, a mulher na Embaixada da Dinamarca disse que não podia fazer nada por nós, e começou a dar um pseudo-chilique amedrontando a gente e dizendo que a gente precisava voltar pra Dinamarca NA HORA, de bus ou de trem, pra que ninguém checasse nosso passaporte, e ir a Imigração URGENTE, antes que algo acontecesse. Na hora, quase infartamos achando que a qualquer segundo, alguém poderia pedir nosso passaporte na rua ou no aeroporto e deportar a gente.
Daí, quase chorando e infartando, resolvemos ir na Embaixada Brasileira na Alemanha, cujo endereço conseguimos com a secretária da Embaixada do México na Alemanha, uma fofa… Hahaha… Dica: na hora de pedir informação na Alemanha, procure os latinos. HAHAHA…
O ideia era que, por mais que a gente não fosse conseguir nada oficial lá, eles soubessem nos indicar o melhor caminho a seguir e tudo mais. Quando a gente chegou na Embaixada, a gente latiu a história pro guardinha da entrada e ele disse que ia tentar falar com o pessoal do Consulado, embora eles tivessem fechado 12h (eram umas 15h30). A gente esperou e, provavelmente por causa da nossa cara de desolação, ele disse que era pra subir que a vice-cônsul ia falar com a gente.
Chegando lá em cima, a Regina, uma fofíssima, recebeu a gente e escutou todos os nossos choros e lamentos. No final, veio a conclusão desesperadora: realmente eles não podiam fazer nada, e a gente precisava MESMO voltar pra Dinamarca. Nisso, ela deixou a gente ligar pra casa, falou com as nossas mães (que a uma hora dessas estavam desesperadas também), nos deu chocolate, mostrou os pontos turísticos que a gente podia conhecer antes de ir embora (na manhã seguinte), sugeriu o lugar pra nossa janta e um bar brasileiro, permitiu que a gente fizesse a reserva e imprimisse os cartões de embarque do novo voo e tudo mais. Foi uma ilhazinha de paz no meio do recém-formado furacão, mas ainda tinha MUITOOOO mais.
Saímos da Embaixada directo pro hostel, pra conversar mais com a família e decidir o que fazer. O fato era que a Imigração, no dia 23, funcionaria só até meio-dia e depois entraria de recesso, até dia 4 de janeiro. Ou seja, se quiséssemos ter uma mínima chance de recuperar o fim da viagem, precisávamos chegar na Imigração (Ryesgade, 53, agora não tão obviamente o mesmo lugar do CPR, na nossa cabeça de recém-chegadas) até meio-dia, sendo que nosso voo estava marcado para chegar 8h05 aqui, a neve estava na pegada da loucura, a gente precisava passar em casa pra pegar todos os documentos e até a Imigração tinha que pegar um metro e um busão.
Aí surge uma pequena anja singaporiana na nossa vida. Johanna, e vocês já devem ter ouvido falar dela. Para introduzir o assunto sem parecer muito bizarro, a Jo vai passar o Ano Novo com a gente em Veneza e Roma, mas ia passar o Natal aqui em casa com o americano do prédio (Cody) e o Yu-Jin, outro cara de Singapura. Digo aqui em casa porque como o Intercâmbio dela já acabou (ela faz Biologia, e todos os cursos fora os da LIFE, nossa Faculdade, terminam as aulas em dezembro), ela precisou entregar a casa dela pro dono e ficou sem ter onde morar até a viagem de Ano Novo e no último dia que ela vai passar aqui antes de voltar pra Singapura, logo que voltarmos de viagem juntas.
Na noite do dia 22, no hostel, pensando o que fazer pra salvar a viagem, meus pais sugeriram que ela me esperasse na Imigração com a minha pasta de documentos (que estava em casa, e ela podia procurar), assim eu ia pro escritório direto do aeroporto e avisava que a Denise estaria chegando mais tarde - já que ela precisava ir até em casa, que estava trancada, pegar os documentos dela.
Aí conversei com a Jo durante a noite, combinei isso com ela, e fomos passar as últimas horas de Berlim na rua, tentando aproveitar o máximo. Primeiro, comemos a melhor salsicha de Berlim, segundo nossa nova amiga do consulado, que era do LADO do nosso hostel…
Depois, pegamos um metro até o Check-point Charlie, onde dá pra ver a casinha do Exercito Americano e uns pedaços do muro de Berlim. Entramos no museuzinho que tinha ali perto e adoramos! Cheio de histórias malucas de como as pessoas pulavam o muro, como fugiam, como se ferravam (constantemente), e todo esse tipo de coisa que faz você pensar qual é o sentido em colocar um muro dentro de um país e impedir a todo o custo que pessoas do "lado do mal" passassem pro "lado do bem". Parece coisa de filme de ficção apocalíptico, pessoas fazendo coisas bizarras pra sair do Inferno, mas foi tudo verdade… Achei o museu bem apelativo (positivamente) e muito interessante. Na realidade, gostaria de ter passado mais tempo lá e de ter curtido mais, mas eu estava inchada de tanto chorar, preocupada (porque depois da nega da embaixada da Dinamarca ter recomendado ir de bus, a gente já tava com medo de ser deportada, ou coisa pior), puta da vida, com sono, cansada e com MUITO, muito frio. Nem precisa dizer que o Lu e a De também o estavam, então resolvemos ir embora e descansar.
No fim, eu e a De deitamos na cama com a mesma roupa do dia inteiro, prontas pro dia seguinte, e colocamos o despertador pra tocar duas da manhã. Não dava pra correr o risco de perder o vôo, e a moça do hostel nos disse que tinha um busão direto pro aeroporto as 3h03. O Lu, com medo de que a gente não acordasse com o despertador por causa do cansaço, resolveu ficar acordado no saguão do hostel, só pra garantir.
As 3 horas de sono que deveriam ter passado como num passe de mágica demoraram MUITO, mas MUITO pra passar. Eu e a De acordamos 20 vezes achando que já era hora de ir, e nunca chegava 2h da manhã. Finalmente acordamos, pegamos as coisas e fomos pro aeroporto. Esperamos até não poder mais (melhor que perder o voo, repito) e chegamos no portão de embarque, depois de todas as burocracias.
Qual não foi nossa surpresa quando o carinha da mala da Easyjet, que nunca enche o saco com bagagem, mandou a De enfiar a mala dela no quadradinho com dimensões e, ao ver que não cabia, mandou despachar a mala dela? MAIS um stress! Meu Deus, como era possível? Porque agora não só ela precisaria pagar uma taxa (a gente achava) como também ia demorar muito mais no aeroporto, esperando a mala na esteirinha e tals.
Como Murphy não poderia ser mais filho da puta (desculpa, falta de expressão melhor), nosso voo atrasou por causa da neve que caía em Copenhagen, e quando a gente saiu do avião, tava ventando tanto que a pasta da Denise com os documentos que supostamente garantiriam nossa entrada na Dinas caso alguém implicasse com o nosso Passaporte… VOARAM! SIm, eu sei que parece zoeira. Mas todos os documentos saíram voando pista de pouso afora, e por questões de segurança a De não pode correr atras… Hahaha… Rir pra não chorar.
Bom, entrando no saguão, combinamos que ela e o Lu ficariam no aeroporto pra ver isso da mala e eu correria de encontro a Jo, e esperaria na Imigração até a hora que a De aparecesse. No aeroporto, corri que nem uma louca, peguei o metrô - que estava com velocidade reduzida nas áreas abertas por causa da nevasca - depois peguei um busão aleatório, cheguei perto do tal lugar, e um outro anjinho apareceu: um tiozão no busão me viu cheia de mala, com documentos na mão e me perguntou se "por acaso eu queria ir na Imigração". Hahahahaha, mano, COMO EU AMO OS DINAMARQUESES!!! Povo alemão sucks, dinamarqueses são fofíssimos!!! Gente, que amor.
Bom, cheguei na Imigração que nem uma maluca, peguei duas senhas (135 e 136, estávamos na 25! UHUL!) e entrei na fila de informação pra ver se era aquilo mesmo que eu precisava fazer. Mano, o lugar tava LOTADO de estrangeiro, gente espalhada pra todos os lados comendo, lendo jornal, preenchendo formulários, falando em mil línguas, cercados de filhos e algumas malas, tava um CAOS. Enquanto eu pensava nisso, chegou a Jo com os meus documentos, ficou na fila pra mim e eu, não sei porque, resolvi passar na fila "Stickers" pra ver se eu precisava de senha lá. Descobri que não precisava e que, mais, só tinha uma pessoa na minha frente. Esperei e logo fui atendida por um cara. Quando expliquei a história pra ele, ele me disse: "Ué, então me dá o passaporte e o visto aí e vamos colar essa bagaça. Demora dez minutos". Apesar dele começar a me zoar porque eu estava desesperada - "Oh, não, não chora e para de falar desse jeito, só me dá isso aí!", ele foi super simpático e, ao perceber que eu não tinha nenhuma foto 3X4, disse que ele precisava de uma pra resolver meu problema. Daí sim, foi a hora da corrida.
Peguei 100 coroas emprestadas com a Jo (tava com Euros na bolsa), deixei minhas malas com a coitada no saguão, e saí correndo na nevasca, sem touca, sem cachecol, sem luva, sem nada. QUASE morri. Mesmo.
Só pra constar: ontem nevou TANTO, mas TANTO, que era impossível ver onde começava a rua/ciclovia/calçada, tinham muitos acidentes de carro na rua, a polícia, o bombeiro e ambulância estavam por todas as partes (não tô exagerando), os transportes morreram por algum tempo, a gente viu um farol todo destroçado, nossa, doideira demais, deu até medo.
Bom, corri umas 4 quadras e achei a lojinha "no fim da rua, depois do Seven Eleven, virando a direita" onde eu podia pagar 90dkk pra tirar 4 fotos. Deus, dinamarqueses, por que tão caro? Ok, não pensei duas vezes, e corri de volta pra Imigração. A foto ficou um espectáculo, como foi registrado pra sempre no meu Passaport. Hehehehe…
Aí era hora de esperar a De e informar ela dessa lindíssima notícia: ainda podíamos salvar o Ano Novo. Ah, preciso dizer que depois da louca frenética da Embaixada Dinamarquesa na Alemanha, a gente esperava o pior: ser deportada ou demorar tanto tempo pra tirar o tal sticker que a gente podia ter problemas na viagem de fevereiro. Bom, pra quem tava esperando isso, pegar o sticker em dez minutos foi até meio surreal.
Ah, detalhe: a De precisava chegar logo, porque depois de meio-dia não era mais possível entrar na Imigração - eles trancam as portas MESMO! - e ela ainda precisava tirar as fotos. Vi ela correndo pela rua desesperada tentando achar o endereço, corri lá fora e grite: MANO, CORRE ATÉ O FIM DA RUA PRA TIRAR FOTO… Dae ela me agarrou e disse: VAMO COMIGOOO!
HAHAHAHAHAHA só deu duas frenéticas - eu com uma blusa fininha só… HAHAHA… - correndo pela rua, a De tomou um capotão na neve, foi um desastre, neve na cara… Mas finalmente ela tirou a foto, correu rua afora de novo - o cara da foto até zoou ela - e chegou a tempo… Cheguei alguns minutos depois, podre.
TIRAMOS O STICKERRR!!!
Mas como nada é perfeito e Murphy nos ama (ou odeia), eu terminei a saga meio triste… Perdi meu casaco bonito, que eu tinha comprado no Brasil pra trazer… Fiquei tão puta!!! Ainda saltei do busão onde estava indo embora com a Jo, a De e o Lu, precisei pedir pelo amor de Deus pra moça da Imigração abrir a porta (mas ela foi fofa demais quando eu disse que tinha deixado meu casaco), mas não estava mais lá… Ainda cheguei perto do que pode ser chamado de "morrer de frio" esperando o segundo busão pra casa, que demorou mais de 30 minutos (nevasca louca), mas finalmente cheguei em casa… Falei com a mamãe, comi pão e leite, e dormi até 6h… Acordei achando que era o dia seguinte, véspera de Natal (hoje), até que eu realizei que ainda era dia 23… Hahahaha… Depois comemos todos juntos um macarrão delícia que Jo fez, e compramos uma passagem exorbitantemente cara pra Berlim, a tempo de salvar todas as outras passagens, pelo menos.
Meu, como eu disse, não desejo esse caos infernal pra ninguém. Eu e a De choramos MUITO, achando que estava tudo arruinado, pensando o que a gente ia precisar falar pra meninas da França, que vão encontrar com a gente em Veneza; pensando como fazer pra salvar a viagem da Johanna se a gente não pudesse ir, já que ela não conhecia mais ninguém fora a gente; pensando como reservar outro hostel pra Jo em Veneza caso ela fosse, já que nosso quarto é pra 4 pessoas e não dá pra cancelar menos que o quarto todo, etc, etc, etc… Meu, foi terrível. Mesmo depois de arrumado o sticker, quando ainda não sabíamos o que fazer, ficamos parecendo duas retardadas choronas… Ainda estamos meio abaladas e com medo de várias coisas, entre elas da viagem de volta pra casa, dia 17 de fevereiro, já que nosso visto vence dia 15. Precisamos saber se tem alguma tolerância, se podemos esperar esses dois dias, se tem como arrumar o visto de turista por 3 meses (teoricamente saindo da União Européia e voltando, tipo pra Londres) e etc..
Mas como diz meu querido paizão, constantemente citado pela mamis: "Precisamos matar um leão por dia".
Ontem matamos o medo de ser deportada ou de ferrar com a viagem de fevereiro… Perdi o meu casaco, é verdade, mas não tem o que fazer… Depois, a noite, matamos o leão do Ano Novo reservando os voos pra Berlim… Agora, precisamos pensar o que fazer na Ceia de Natal aqui em casa. Hahahaha bizarro, hoje é véspera de Natal. =P
Bom, gente, vou indo aqui… Tomar banho e ver o que fazer da vida… =)
Escrevo mais pra deixar todo mundo que ficou sabendo da história por cima relaxados, e também pra registrar mais um episódio maluco da minha saga durante esse semestre Escandinavo.
Espero que estejam todos bem, matando os seus leões, e desejo um Feliz Natal pra todo mundo cheio de paz, saúde, alegria, amor e… PAZ, é tudo o que eu quero depois disso tudo, mesmo! Hehehe…
Acho que não escrevo antes do Ano Novo também, então tenham uma virada bem legal, se divirtam muitíssimo e aproveitem… 2010 foi massa e está indo embora, tomara que 2011 seja ainda melhor!!!
Um beijãozão viking!
Jana
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4 comentários:
Manoooooooooooooo! Que desespero, Janaíííííííína!!!
Bom, pelo menos agora eu sei que tá tudo bem... mas confesso que fiquei muito nervosa lendo o post e pensando "Num é possível, as coisas ruins não acabam nunca!".
Ai, ai. Anyway... leões mortos, finalmente! =) Vocês são demais!
Beijões e Feliz Natal pros três aí!
Oiee Jana!
pelo menos vc tá aiii e num foi deportada....
hehehe
essas coisas soh acontecem com vc!
bjss e Feliz Natal!
Janaaa
Morri de desepero aqui!!!
Vc tá cumprindo a saga da PORCO na Europa!
Mas seu ano novo vai ser lindo de viver! Vc vai ver!
Um beijo gatona da minha vida!
Se cuida!
Vc sempre quer matar td mundo de susto né viada!?
te amooo..
e estou com saudades! Se cuida!
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